As perguntas que separam um compacto que se aluga sozinho de um que fica meses vago, e o que a nossa carteira tem hoje nessa faixa.
Comprar compacto para alugar virou o caminho de entrada mais comum em São Paulo. Funciona, mas o resultado depende menos do preço de compra e mais de três coisas que raramente aparecem no anúncio.
Um imóvel alugado por menos e sempre ocupado rende mais no ano do que um anunciado caro e vazio três meses. Vale perguntar ao corretor quanto tempo unidades parecidas no mesmo prédio levam para alugar.
Em compacto o condomínio pesa proporcionalmente mais, porque o rateio de portaria, lazer e limpeza é dividido por metro quadrado menor. Prédio com academia, coworking e lavanderia atrai inquilino e cobra por isso. A conta precisa fechar dos dois lados.
Perto de faculdade, de hospital e de estação, o compacto tem procura constante e rotatividade alta. Em bairro residencial sem esses polos, o mesmo imóvel demora. É o mesmo produto com resultados diferentes por causa do entorno.
Contado agora nos imóveis ativos da V.LUME, considerando até 1 dormitório ou até 40 m² de área útil.
A V.LUME não vende promessa de rentabilidade. O que a gente entrega é o histórico real do prédio, o valor de condomínio e o que unidades parecidas estão pedindo de aluguel.
O que os anúncios da nossa carteira dizem sobre valor por m² em Perdizes e nos bairros vizinhos, e as três despesas que quase ninguém soma antes de visitar.
O que o banco olha, quanto separar de entrada e por que a aprovação do crédito vem antes da escolha do imóvel, não depois.
Preço fora da curva é só a primeira. As outras cinco custam pouco e mudam o volume de visita em dias.