O que cada garantia custa, o que o proprietário costuma aceitar e em que situação cada uma faz sentido.
Toda locação pede uma garantia, e a escolha muda quanto você desembolsa na assinatura e quanto paga por mês. As três formas mais comuns no mercado paulistano são fiador, seguro fiança e caução, e a lei permite apenas uma por contrato.
Alguém assume a responsabilidade pelo contrato junto com você. Não tem custo mensal, o que a torna a opção mais barata. O atrito está em achar quem aceite: normalmente se exige imóvel quitado na cidade, comprovação de renda e análise de crédito do fiador. É a garantia mais difícil de conseguir e a mais fácil de manter.
Uma seguradora garante o contrato mediante prêmio, cobrado à vista ou parcelado. Você não depende de terceiros e a análise costuma sair rápido. Em compensação é a opção com maior custo recorrente, e o valor varia com o aluguel, com a cobertura contratada e com o seu perfil de crédito. Vale pedir a cotação antes de assinar qualquer coisa: é ela que revela o custo real do contrato.
Você deposita um valor equivalente a alguns meses de aluguel, que fica retido e é devolvido no fim do contrato, descontadas eventuais pendências. É simples e sem custo recorrente, mas exige dinheiro parado na assinatura, justamente quando também há mudança, primeira parcela e reforma.
O que cada proprietário aceita varia. Antes de escolher, pergunte ao corretor quais garantias estão liberadas naquele imóvel. Evita refazer a análise do zero.
O que os anúncios da nossa carteira dizem sobre valor por m² em Perdizes e nos bairros vizinhos, e as três despesas que quase ninguém soma antes de visitar.
O que o banco olha, quanto separar de entrada e por que a aprovação do crédito vem antes da escolha do imóvel, não depois.
Preço fora da curva é só a primeira. As outras cinco custam pouco e mudam o volume de visita em dias.